A tradição de trançar palhas para chapéus

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Florinda e Anavilio mantém o hábito de trançar palhas para chapéus

A cultura de trançar a palha do trigo para confeccionar chapéus e cestas está se perdendo na história, porém, em Camargo, Florinda Risso Lodi, 85, e Anavilio Lodi, 86, ainda cultivam este hábito.

Florinda e Anavilio mantém o hábito de trançar palhas para chapéus

Florinda faz as tranças para chapéus desde os tempos de solteira e, hoje, o trabalho é um passatempo para o casal que chama a atenção de quem enxerga o método. “Fazemos nas horas vagas. Sentamos aqui na frente de casa e trançamos. As tranças que eu faço entrego para outra pessoa que monta o chapéu, mas tem uma boa saída”, conta Florinda.

Anavilio e Florinda, que são aposentados, sempre trabalharam na agricultura e, antes de residir em Camargo, moravam na Linha São Pedro do Gramado. “Não podemos deixar apagar as coisas antigas. Esse hábito de trançar as palhas se perdeu hoje em dia. Vemos muito pouco e enquanto estivermos vivos vamos mantê-lo também”, enfatizaram.

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