Colheita da noz-pecã segue com expectativa de alta produtividade

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Na região de Porto Alegre, a colheita da noz-pecã segue em andamento. De acordo com o Informativo Conjuntural, produzido e divulgado nesta quinta-feira (13/05) pela Gerência de Planejamento da Emater/RS-Ascar, vinculada à Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), a expectativa de produtividade é alta, e empreendimentos maiores apontam para 3,5 toneladas por hectare, considerada excelente. O tempo seco auxilia sobremaneira a colheita, possibilitando a obtenção de nozes de excelente qualidade, com perdas reduzidas de colheita.

 

CULTURAS DE VERÃO

Soja

Se encaminha para o final as safras dos grãos de verão. O Estado já colheu 94% das lavouras implantadas com a cultura da soja, restando somente 6% áreas de grande escala, de safrinha e várzeas em maturação.

 

Milho

A colheita do milho destinado à produção de grãos segue em ritmo normal e já foi efetivada em 85% das lavouras. Outros 10% estão em fase de maturação e 5% ainda em enchimento de grãos.

 

Arroz

A colheita do arroz está tecnicamente encerrada no Rio Grande do Sul (99%), restando poucas áreas (1%) em maturação para serem colhidas.

 

CULTURAS DE INVERNO

Trigo

Começam os preparativos para a semeadura da safra de inverno. Na regional da Emater/RS-Ascar de Ijuí, produtores iniciaram o manejo químico –dessecação – das áreas destinadas ao cultivo do cereal neste inverno. O período recomendado pelo zoneamento agroclimático iniciou em 10 de maio para os municípios da região Celeiro e iniciará em 20 de maio para os demais. Há tendência de concentração do plantio da cultura em junho, com perspectiva de aumento da área a ser cultivada na região devido ao preço do produto no momento atual e em função de cotações para o período da colheita.

Na regional da Emater/RS-Ascar de Ijuí, produtores iniciaram o manejo químico –dessecação – das áreas destinadas ao cultivo do cereal neste inverno. O período recomendado pelo zoneamento agroclimático iniciou em 10 de maio para os municípios da região Celeiro e iniciará em 20 de maio para os demais. Há tendência de concentração do plantio da cultura em junho, com perspectiva de aumento da área a ser cultivada na região devido ao preço do produto no momento atual e em função de cotações para o período da colheita.

Na de Santa Rosa, iniciaram as atividades de dessecação das áreas destinadas ao cultivo, executada sequencialmente. Grande parte dos produtores deve iniciar a semeadura na última semana do mês e deverá se entender até o final da primeira quinzena de junho, visando o escalonamento em função da possibilidade de geadas no final de agosto. Os agricultores realizam calagem, redimensionam terraços e fazem o controle da cobertura vegetal das áreas que receberão o cereal, a partir do momento que as condições de umidade do solo permitirem. Os custos de produção estão elevados, principalmente devido ao aumento do custo da semente e do adubo.

Na regional de Bagé, há indicativos de aumento da área cultivada. Com boas perspectivas de mercado para a cultura, triticultores intensificam a aquisição de insumos e o planejamento do cultivo da próxima safra.

 

Canola

Principalmente nos munícipios localizados mais ao Norte da regional da Emater/RS-Ascar de Santa Rosa, o plantio da canola já iniciou e deverá se intensificar após a chuva. Produtores cujas áreas de cultivo localizam-se mais ao Sul ainda aguardam para fazer a semeadura, já que a cultura sofreu forte impacto das geadas no ano passado. Há tendência de aumento de área a ser plantada, mas nas Missões deve se manter, já que a cultura é altamente especializada e está associada a um risco considerável quando comparada à do trigo.

 

Aveia branca

Na regional de Ijuí, com a mudança do período recomendado para o plantio no Zoneamento Agrícola de Risco Climático para a cultura, a semeadura não iniciou, diferente da safra 2020, quando havia quase 50% da área semeada neste período

 

Cevada

Na regional de Ijuí, está indefinida a perspectiva de área a ser cultivada com a cultura. Produtores alegam falta de incentivos das indústrias cervejeiras. Na regional de Erechim, há tendência de aumento de área em função da expectativa de preços bem melhores que os da safra passada.

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