InícioDestaqueCom inscrições encerradas, 44ª Expointer terá 4.057 animais no parque Assis Brasil

Com inscrições encerradas, 44ª Expointer terá 4.057 animais no parque Assis Brasil

O Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, vai receber 4.057 animais para a Expointer 2021. As inscrições de rústicos, encerradas na quarta-feira (18/8), totalizaram 1.232 animais, entre bovinos, equinos de prova e pequenos animais. Veja o detalhamento:

• 198 bovinos das raças angus, ultrablack, hereford e braford
• 176 equinos de prova das raças crioula, paint horse e quarto de milha
• 858 pequenos animais, entre chinchilas, coelhos e pássaros

Na comparação com 2019, os números se mantêm, em média, no mesmo patamar. A raça que teve um aumento significativo, de 89%, na participação foi a hereford, passando de 46, em 2019, para 87 em 2021. Os dados de 2020 não estão sendo considerados para os animais rústicos.

“Em 2020, a Expointer não contou com a participação de aves nem dos pequenos animais, e a presença dos rústicos foi bem pequena, já que julgamentos não foram realizados”, afirma o médico-veterinário Paulo Coelho de Souza, chefe do Serviços de Exposições e Feiras da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr).

Equinos e pássaros registraram uma participação menor neste ano na comparação com a Expointer 2019. De acordo com Souza, “em 2019, houve muitos leilões de equinos, o que não está previsto para este ano, reduzindo assim o número de equinos de provas e leilões presentes na feira”.

Pássaros são mais direcionados para a venda direta ao consumidor. Com a restrição de público no parque por causa da pandemia do coronavírus, os criadores optaram por trazer um menor número de animais, constata ele.

Além dos rústicos, participam da feira 2.825 animais de argola, também chamados de animais de galpão, totalizando 4.057 animais.

Participação de outros Estados

Dos 4.057 animais, entre rústicos e de argola, existem 515 animais de Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Goiás.

“Com o novo status sanitário do Rio Grande do Sul, livre de febre aftosa sem vacinação, a intenção de participação de bovinos de Santa Catarina aumentou muito”, constata Paulo Coelho de Souza.

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