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“A paixão dele era o caminhão”

Por Fabiana Borelli/Rosemary Piccinini

A noite de domingo, 24 de abril, foi de muita tristeza para a comunidade ilopolitana. Todos foram surpreendidos pela morte de Neri Santa Catarina, aos 64 anos.

Neri trabalhou por 40 anos como caminhoneiro, era conhecido como um homem bondoso, íntegro e de coração enorme, que sempre ajudava os outros.  A alegria dele era ver a família unida, sempre contando suas piadas.

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A esposa de Neri, Cladismeri Santa Catarina, conta que o marido enfrentava uma depressão há pelo menos três anos. “A paixão dele era o caminhão, não tinha mais condições de viajar, há aproximadamente três anos ele estava depressivo. Ter que parar com o trabalho o deixou muito triste e com isso veio a depressão, mas nunca esperávamos isso que aconteceu”.

Ela fala emocionada que o marido tinha amigos por onde passava. “Ele era uma pessoa querida por todos, por onde passou fez amizades e ensinou muitos colegas que iniciavam na profissão de caminhoneiro”.

Neri deixa a esposa, com quem foi casado por 24 anos, e os filhos Carine, Camile, Vinicius, Mathias e Tamires, e os netos Davi, Enzo e Theodoro.

O caminhão era uma paixão de Neri e como homenagem, o translado até o cemitério foi feito em cima de um caminhão.

A família convida a todos os amigos para a missa de sétimo dia que será realizada no domingo, 1º de maio, no Santuário São Paulo Apóstolo.

 

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