Quais as chances e o que fazer em caso de efeito colateral da AstraZeneca

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Foto: SeongJoon Cho/Bloomberg

Assim como qualquer vacina, as atuais aplicadas contra a covid também podem possuir alguns efeitos colaterais que variam de acordo com o corpo de cada pessoa. Com a AstraZeneca não é diferente, uma vez que, graças à produção em grande escala pela Fiocruz, ela ganhado destaque no Brasil, com mais doses aplicadas em todo o País.

Os efeitos colaterais relatados estão previstos na bula do medicamento e costumam passar em poucos dias, sendo reações leves e menos frequentes conforme aumenta a idade.

Especialistas destacam que, apesar de serem desagradáveis os sintomas, os benefícios da vacina são superiores ao mal-estar momentâneo que o imunizante pode causar. Os efeitos colaterais foram detectados na terceira fase de testes e podem aparecer como também podem não aparecer.

São eles:

  • Sensibilidade no local da injeção (relatada por mais de 60% dos voluntários);
  • Dor no local da injeção, dor de cabeça e fadiga (relatadas por mais de 50% dos voluntários);
  • Dor no corpo e mal-estar (relatadas por mais de 40% dos voluntários);
  • Febre e calafrios (relatados por mais de 30% dos voluntários);
  • Dor nas articulações e náusea (relatadas por mais de 20% dos voluntários).

A maioria das reações adversas foi de intensidade leve a moderada e normalmente resolvida poucos dias após a vacinação. As reações adversas foram mais frequentes após a primeira dose da vacina.

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