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A tarefa de conciliar as funções de mãe e empreendedora ao mesmo tempo

Farmacêutica e sócia proprietária do empreendimento, a jovem Franciane concilia a tarefa de ser mãe com a rotina de trabalho

Por Oneide M. Duarte

A farmacêutica Franciane Gabiatti, de 33 anos, mãe da Maria Eduarda, de cinco anos, e do pequeno Luiz Eduardo, de três meses e 25 dias, sabe bem como é a rotina de conciliar a tarefa de ser mãe com o dia a dia profissional, pois desde que nasceu, seu segundo filho a acompanha em seu trabalho.

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“Com seis dias ele já veio para a farmácia comigo, pois não tinha como deixar ele com outra pessoa ou eu ficar em casa e colocar outra pessoa no meu lugar, primeiro pela dificuldade de arrumar profissionais farmacêuticos disponíveis no mercado, e segundo, ele não estando aqui eu teria mais dificuldade de amamentá-lo e acompanhar o seu crescimento”, diz a mãe.

Ela lembra a experiência da sua primeira gestação, onde ela trabalhava em outra farmácia e na época acabou tirando a licença maternidade e ficado quatro meses em casa. “Era bem diferente, pois eu tinha a permissão de sair meia hora para amamentar, mas a gente acaba ficando longe o dia todo. Lembro que no primeiro final de semana que eu voltei a trabalhar, tive que voltar às presas para casa, pois ela chorava desesperadamente sentindo minha falta. Foi uma experiência diferente, pois eu tive a licença e ao mesmo tempo fiquei longe dela”, relembra a mãe, ao lado das crianças.

Para ela hoje a realidade é bem diferente, pois pelo fato de ser sócia proprietária da empresa, acabou perdendo a licença maternidade, e isso também contribuiu para a decisão de levar o pequeno para o local de trabalho. “Conversei com minha sócia, Odete Baldissera, e ela na hora concordou, inclusive ela me ajuda muito. Montamos o bercinho, montamos uma pequena estrutura que tem facilitado meu dia a dia e ao mesmo tempo me permitido acompanhar cada minuto do crescimento dele”, fala Franci, como é conhecida a profissional.

Ela conta que a criança acabou se tornando uma atração à parte, pois todos que chegam à farmácia acabam perguntando do bebê, e isso criou um vínculo afetivo. “É muito bom, pois ele já conhece o ambiente, já conhece o lugar e as pessoas também já sabem da minha rotina com ele aqui. Na maioria das vezes as pessoas pedem por ele, é muito gratificante”, diz a mãe.

Rotina em casa

A farmacêutica conta que, na maioria das vezes, Maria Eduarda, sua outra filha, também a acompanha no trabalho. “A Maria vem junto e ajuda a cuidar do maninho, dá atenção para ele, o distrai”, diz. Porém, além de ser farmacêutica, Franciane é esposa e dona de casa. “Eu em casa tenho o apoio do meu marido, que me ajuda em tudo e me dá muito apoio. A farmácia também sempre foi um sonho dele, e por isso, ele me dá muita força”, diz a esposa do assessor parlamentar, Eduardo Dall’Agnol.

Mensagem

“Eu como mãe de segunda viagem digo e repito, aproveitem ao máximo cada minuto, o tempo que puderem ao lado dos filhos, pois ser mãe é um desafio e ao mesmo tempo é maravilhoso”, finaliza Franci.

 

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