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Júri de homicídio é adiado

Por Fabiana Borelli

Para a próxima sexta-feira, 06 de maio, estava prevista a realização do júri do caso do homicídio do empresário Moacir Luiz Rampanelli, popular Chico Rampanelli, que seria realizado no Salão Paroquial de Fontoura Xavier.

De acordo com a advogada Salete Canello, que atuará como assistente de acusação, a transferência de data já era esperada. “O júri foi transferido porque a advogada do réu renunciou à defesa, abriu mão da defesa. Ele foi intimado para constituir novos procuradores, ou expressar a vontade de ser defendido pela Defensoria Pública. O réu constituiu dois procuradores que já estão habilitados nos autos, mas para isso eles precisam de tempo para estudar o processo, e em uma semana seria impossível, por isso o júri foi adiado, o que já era esperado”.

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Salete explica o crime foi que imputado ao réu e o motivo de o júri ser realizado em Fontoura Xavier. “O réu é confesso e está preso desde a época do fato. Ele será julgado por homicídio qualificado. O Tribunal do Júri que acontecerá em Fontoura Xavier e poderá ser acompanhado pela população fontourense. Essa foi uma decisão do juiz José Pedro Guimarães, pois a vítima era muito conhecida e querida por todos, que poderão assistir ao julgamento”.

Nova data

O novo júri foi marcado para o dia 27 de maio, às 9h, no Salão Paroquial de Fontoura Xavier. E a advogada afirma: “Tudo se manteve igual, apenas a data mudou. No dia serão sorteados sete jurados, que irão decidir se condenam ou absolvem o réu”.

Durante o julgamento, além dos debates da defesa e da acusação, serão ouvidas sete testemunhas, cinco de acusação e duas da defesa, além da oitiva do réu.

Espera por justiça

Chico Rampanelli foi vítima de homicídio no dia 19 de março de 2020, na sua propriedade, na localidade de Três Pinheiros, quando e foi morto com um tiro na nuca.

A filha de Chico, Patrícia da Silva Rampanelli, fala do pai e da espera por justiça. “Meu pai foi vítima e um homicídio cruel, foi uma perda para a nossa família, da qual ainda não nos recuperamos. Ele sempre participou muito ativamente da sociedade, foi um dos idealizadores da Festa do Pinhão, estava na organização da primeira, e era uma pessoa muito querida por todos. Além disso, como empresário gerou muitos empregos aqui em Fontoura Xavier”.

Ela afirma: “Estamos aguardando justiça há dois anos, queremos que seja realizado o júri e que quem fez isso com ele seja punido”.

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