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Os cuidados e preocupações com a saúde mental dos pequenos

Novos estudos apontam que crianças foram afetadas psicologicamente durante a pandemia

Em divulgação preliminar dos resultados de uma pesquisa realizada pela Unicef, com aproximadamente 20 mil pessoas de 21 Países, mostram que 19% dos jovens e adolescentes entrevistados relatam que se sentem deprimidos. O Brasil ocupa o 8° lugar no ranking desta pesquisa, ficando acima da média, onde cerca de 22% dos jovens demonstram que se sentem deprimidos ou sem  interesse. Os resultados oficiais da pesquisa saem em novembro deste ano. 

O cenário de depressão em jovens e crianças já era preocupante e teve o agravante da pandemia, onde as perdas na parte da educação, saúde e convívio social estão refletindo neste momento, aumentando a procura por médicos especializados em saúde mental infantil. 

De acordo com a psicóloga Naya Susan M. Becker, especialista em terapia cognitiva comportamental infantil, existem técnicas especiais para identificar os problema que afetam as crianças. “Eu sou graduada em psicologia, com pós em neuro psicologia e especialização em terapia cognitiva comportamental, e isso me permite trabalhar na parte infantil com uma técnica mais direta, que identifica o problema desenvolvido pela criança, como ansiedade, e trata, além do transtorno, a causa ambiental que gera esta situação na vida da criança”, explica a terapeuta.  

Ela salienta que os pais precisam estar atentos às necessidades e ao comportamento dos filhos, como isolamento, rotina, comportamento e atividades. “Esta terapia cognitiva se desenvolve muito rapidamente, por isso os resultados se apresentam rapidamente também”, continua.

 “Houve um aumento na taxa de ansiedade e depressão infantil durante o período de pandemia. Os pais devem estar atentos aos gatilhos, por exemplo, o retorno às aulas presenciais pode trazer um desconforto para as crianças que estavam acostumadas a estar dentro de casa, e isso tira ela da zona de conforto, sem os pais para auxiliar, e ela precisa retomar a rotina e encarar a situação sozinha. A ansiedade aparece nestes casos, pois a criança não consegue encarar sozinha a situação nova que está sendo colocada”, continua. 

A parte emocional das crianças está muito fragilizada devido a tantas mudanças e incertezas que tem ocorrido em um período tão curto. “Além de tudo isso tem o gatilho do vírus, eles retornaram às aulas com medo, sempre ouvindo que não pode tocar no colega, que precisa usar a máscara, lavar as mãos. Isso foi repetido inúmeras vezes para os pequenos e eles se tornaram reféns dessas palavras, foram padrões muito rígidos implementados, que para o emocional em formação das crianças não havia preparação para tantas mudanças rigorosas”, explana Naya.

O uso das tecnologias como meio de fuga

Devido às aulas online, ao período longo passado dentro de casa, sem opções de lazer, celulares, computadores e televisão se tornaram uma parte da rotina dos jovens, muitos tendo acesso a conteúdos impróprios. “Esse também é um gatilho. A internet e os jogos online são atrativos e uma forma de manter as crianças em casa e mantê-las calmas. Quando analisamos, muitos jogos envolvem morte e violência, e isso tudo gera ansiedade. É muito difícil uma criança que brinca com um joguinho de montar ou um quebra cabeças online, é buscado mais os jogos populares. A competição desenfreada de buscar mais pontos, passar de fase, vencer, tudo isso é um alerta”, continua. 

Em muitos momentos o acesso é tão irrestrito que as crianças e jovens são expostos a conteúdos que não estão preparados para lidar. O meio de comunicação é ferramenta facilitadora, sendo que a tecnologia em dado momento se tornou algo de difícil controle. 

“O uso excessivo de aparelhos eletrônicos leva à ansiedade, pois não há uma rotina, não há horário para almoçar ou fazer a lição de casa. O sono e a hora de dormir ficam prejudicados, pois durante a pandemia não era mais o mesmo e hoje é necessário retomar a rotina antes da pandemia, aonde eles vão à escola, tem horário de tela reduzido e isso está sendo de difícil assimilação por muitos”, explana. 

A dependência e ansiedade para ter acesso ao celular, para jogar cada vez mais, é visível em muitos jovens. “Em muitos momentos os pais precisam se perguntar até que ponto as mídias e tecnologias são tão benéficas. A mídia traz o conceito de que matar em um jogo é legal, mas para uma criança que ainda está com a personalidade em formação, isso manda mensagens confusas. Os pais muitas vezes não percebem que os filhos passam horas a fio jogando e que a violência implícita está entrando na consciência da criança, e quando ela começa a ouvir que isto é errado, que violência é ruim, isso desperta nela o gatilho de não saber mais o que é certo ou errado”, enfatiza. 

A terapeuta deixa o alerta aos pais e responsáveis

Psicóloga infantil Naya Susan M Becker

Não há como não perceber as mudanças que tem ocorrido na sociedade nos últimos tempos. Em determinados momentos percebe-se o afastamento entre pais e filhos, quando todos desenvolvem as suas atividades, mas não há uma qualidade de tempo passado em família. 

“Tudo na vida é questão de prioridades, uma desculpa muito usada é de que não há tempo ou que os pais trabalham demais. A criança é fruto e espelho da realidade que ela vive, e quando os pais colocam os filhos em segundo lugar essa criança vai se sentir em segundo lugar. Os pequenos percebem e sentem a falta dos pais, sentem falta de um tempo de qualidade que os pais se esforcem para estar com eles. A formação nos primeiros anos será o reflexo de como será a vida adolescente e adulta desta criança”, explica. 

A psicóloga reforça que os pais precisam estar atentos e fazer a sua parte. “Ninguém substitui os pais, os filhos precisam deles. E não são apenas limites para as crianças, os adultos precisam ter a consciência dos seus atos também, pois não adianta tirar o telefone do filho, mas o pai não sair da internet. Muitos momentos os pais poderiam estar em uma brincadeira com os filhos, mas estão absorvidos pelo telefone”, enfatiza Naya. 

“Eu gosto de usar a frase: os filhos são produtos do meio. Isso deixa a reflexão: em que meio estamos mantendo as nossas crianças? Tecnologia é bom sim, mas usada de forma correta e consciente, pois o maior dos problemas tem sido o uso desenfreado das tecnologias, onde a criança fica quieta e com isso os pais acabam não prestando atenção. É um policiamento geral de pais e filhos”. 

A psicóloga explica uma técnica que ela aplica em sua vida particular, que no começo a adaptação é difícil, mas os resultados são grandes em longo prazo. “O que eu sempre faço é sair do trabalho e deixar o telefone profissional no silencioso ou desconectar a internet dele, pois é necessário ter esse momento de desligar. Responder mensagens não urgentes nos consomem um tempo precioso e mesmo aquelas pessoas que trabalham em casa precisam estipular um tempo para parar. Tudo é uma questão de flexibilidade e desenvolver uma rotina mais saudável, para si e para os filhos”, fala a terapeuta. 

Com a proximidade do Dia das Crianças, Naya reforça que não há presente melhor do que o tempo. “O que dar de presente para as crianças é um questionamento natural, mas eu sempre reforço, dê seu tempo com qualidade. Com um passeio especial, um lanche, uma brincadeira, quem puder tire o dia 12 especialmente para os filhos, faça o que eles têm vontade, seja um piquenique no parque, andar de bicicleta, fazer coisas que não os deixem aprisionados. Essa é uma experiência insubstituível, ensinado os filhos brincadeiras do seu tempo. O presente mais caro não chega ao valor que a atenção completa pode ter na vida dos filhos”, finaliza. 

Naya Susan M. Becker atende na Avenida Marechal Floriano Peixoto, nº 395, Galeria Canton, sala 202, em Soledade. 

Tecnologia x crianças: a missão das famílias em dosar o acesso aos meios digitais

Cercados de tecnologias por todos os lados. Assim estão os adultos, idosos e principalmente as crianças no mundo atual, e a pergunta para a qual muitos pais buscam a resposta é: como impor um limite garantindo que essas experiências com o mundo virtual sejam positivas e saudáveis?

Muitas famílias, pela correria do dia a dia, optam por deixar celulares, computadores ou tablets com livre acesso aos seus filhos. Outras, porém, sem saber como agir diante de tanta tecnologia, optam por negar o acesso a ela, o que nem sempre pode ser uma solução. De acordo com a moradora de Arvorezinha, Gislaine Soares dos Santos, mãe de Renata, de nove anos, e de Helena, de três anos, o segredo é o equilíbrio. “Minhas duas filhas gostam bastante de tecnologia, de estarem conectadas com celular, computador ou tablet, mas tentamos impor limites. Primeiro os deveres devem ser feitos”, destaca.

“Vejo que a tecnologia veio para dominar o mundo e não podemos proibir nossos filhos de utilizá-la. Muito pelo contrário, temos que incentivá-los para terem essa experiência futura, porque o mundo daqui para frente é tecnologia e eles precisam dominar isso, claro, tudo com cautela, não podem deixar de brincar, de estudar e ter uma convivência com a família”, acrescenta.

Ela ressalta que ao mesmo tempo que as filhas são apaixonadas pela tecnologia, também são estimuladas à prática de atividades. “Minha filha mais velha faz ballet, aulas de inglês e ama pedalar. Ela ama tecnologia, mas quando a convido para fazer outras coisas ela topa na hora. Também costumo comprar jogos interativos para que se desviem um pouco do meio digital. Além do mais, elas amam ir para a escola, e agora que voltaram às atividades presenciais também pretendo retomar minha rotina de trabalho, a qual precisei deixar para me dedicar inteiramente a elas”, disse.

 

“O amor e o diálogo são essenciais para a criação de um filho”

Mãe e filha e o amor pela dança

Moderação também faz parte do dia a dia da família Dalberto. Liliane, mãe da pequena Melanie, de 09 anos, também destaca a importância de impor limites quanto ao acesso aos meios digitais na infância. “A tecnologia ajudou e muito nesse período de pandemia. A Mel, além de estudar, se conectava com as amigas quase todos os dias, mas tudo de forma moderada. Eu sempre digo a ela que primeiro tem que cumprir as obrigações para depois ter a diversão”, frisa.

Ela considera a relação com a filha, aberta. “Sempre que tenho um tempo livre procuro estar com minha filha. Somos muito ligadas e amigas. Eu acompanho os estudos dela e deixo muitas vezes as minhas coisas de lado para ajudá-la no que preciso for. Preocupo-me muito com a infância dela. Quero que a Mel aproveite o máximo possível desta fase linda que é ser criança, estudando, brincando e sendo feliz”, salienta. 

Para Liliane, o diálogo e a harmonia familiar são muito importantes para a saúde emocional da criança. “Penso que não adianta bater, não adianta gritar ou castigar. Para nós, o amor e o diálogo são essenciais para a criação de um filho”, enfatizou.

A dança como forma de incentivo a uma vida saudável 

A professora de danças e coreografa Fabrine Borille, que há 13 anos atua com ballet, ressalta que é de entendimento de todo o ser humano que a atividade física é fundamental na vida das pessoas, tanto das crianças quanto dos adultos. “A diferença é que quanto mais cedo se começa a praticar atividades físicas, maior longevidade e qualidade de vida a pessoa terá. No caso das crianças, quando realizam as atividades que estimulam o seu estado físico e mental, conseguem uma melhor evolução, diferente daquelas que não praticam”, disse.

Segundo ela, aos dois anos de idade as crianças já podem iniciar atividades lúdicas, pois estão no processo de desenvolvimento cognitivo, estão aprendendo a alternar a troca de movimentos, a ter equilíbrio, senso de direção e de espaço físico. “A criança já nasce com esse instinto de movimento, e cabe a nós mantermos isso para que ela consiga evoluir com saúde, sem problemas de desenvolvimento”, frisa.

Com a pandemia, conforme Fabrine, é importante que os pais estejam atentos, pois o nível de sedentarismo entre as crianças aumentou. “Antes já existiam muitas crianças sedentárias em razão do acesso facilitado à tecnologia, e muitos pais ainda hoje para poderem fazer suas atividades deixam com mais frequência o celular com seus filhos. Isso faz com que eles se acomodem. O lado negativo disso é que nem sempre há um limite e a criança acaba desta forma se alimentando mal, pois não presta atenção naquilo que está comendo, acaba tendo obesidade precoce, não usa sua criatividade porque não tem estimulo nenhum, e quando vai para o meio social se sente perdida, sem segurança nenhuma. Além disso, pode desenvolver problemas graves de postura, uma vez que a criança mantém a cervical sempre baixa, acaba tendo dores de cabeça, dores na lombar, enfim”, coloca.

“Com tudo isso que acabei de citar, o ballet vem de encontro para tentar melhorar a qualidade de vida dessas crianças. A prática do ballet, na metodologia pela qual colocamos em prática em nossas aulas, associa muito material colorido, que atrai os olhos dessas crianças uma vez que aprendem se divertindo, associando o movimento a uma atividade que as deixa felizes. Isso às deixa longe daquilo que compenetra a visão. Também aprendem a interagir com outras crianças, encarar o meio social e os desafios”, frisa.

Porém, segundo Fabrine, é importante saber dosar com responsabilidade e segurança o limite de atividade física. “Vejo crianças desmotivadas, que não querem sair de casa, com medo do novo, e nossas aulas foram modificadas de acordo com o atual cenário, mas mantendo a qualidade do ensino, para que essas crianças se sintam felizes praticando atividade física, melhorando o seu sistema cognitivo e seu estado emocional”, finaliza ela que atua também em escolas de Educação Infantil e por meio de atividades lúdicas, ajudando os alunos na concentração e tantos outros fatores que auxiliam no ambiente escolar. 

A diretora do ESI – Escola Santa Terezinha, irmã Zenaide Mezzomo, deixa uma mensagem reforçando a importância da espiritualidade na vida das crianças neste momento turbulento, e que as famílias precisam estar unidas. 

“Deus é o início e o fim do ser humano e de todos os seres do nosso Universo. 

Vivemos uma época em que Deus é colocado de lado, como alguém secundário, não necessário, ou o último a ser buscado. Busca-se o ter mais e poder mais, como se isso fosse o fundamental para ser feliz. 

Precisamos ter presente que somos seres finitos, frágeis e impotentes diante de muitas realidades.  Quando nos deparamos com estas situações nos lembramos de que existe Deus e a Ele recorremos reconhecendo a nossa pequenez e necessidade de ajuda. Mas porque não O buscamos no constante de nossa vida? 

Neste mês nosso olhar se volta mais para as crianças. Infelizmente em nosso mundo há crianças que vivem abatidas e ou em depressão, quando teriam o direito de ter uma infância protegida e feliz.  Será que além do amor, do cuidado, não lhe falta Deus? 

Deus está em nossa vida desde a concepção e seguindo os nossos passos até o fim. Segundo nossa visão as crianças possuem sede de Deus. Elas precisam desde a mais tenra idade ter conhecimento, porém mais do que tudo ter experiência da presença de Deus em sua vida.  O alimento da Fé e da Esperança na vida da criança irá repercutir no resto de sua vida. 

Nossa crianças precisam sim de um ambiente familiar, social, escolar que lhe favoreça o crescimento digno em todas as áreas. Precisam do brincar, do afeto e do carinho, mas precisam também do alimento Divino. Nós, pais e educadores, devemos ser presentes esta formação, para que as crianças de hoje e como adultos amanhã, sejam felizes e vivam a paz, a harmonia dentro de si e com a família e na sociedade.

Importante educar para a solidariedade, para a escuta dos sentimentos, para a abertura do coração, para o amor ao outro, para o perdão, para a compreensão de si mesma, para a integridade e ética nas ações. Aprender a equilibrar o corpo, libertar a mente e manter os bons sentimentos.

O trabalho com bons Princípios e com Valores Evangélicos é uma proposta que nos leva a conhecer Deus em nossa vida e no mundo em que vivemos. 

Deus presente na vida das crianças as torne mais felizes e harmoniosas”.

Criança…

O que nos enternece ao olhar para uma criança, ao conviver com uma criança, ou ao dar a vida a uma criança? Podemos usar todas as boas palavras do mundo, as melhores expressões e, ainda assim, não seremos capazes de descrever uma criança. Podemos ter muitos problemas, preocupações, tristezas ou melancolia e ao simples olhar de um pequeno, nossos olhos se iluminam e parecem que tudo se abranda.

Criança é:

– Simplicidade que chega beirar ao inacreditável, porque são puros de coração e de alma, são filhos de Deus e não possuem a maldade, a malícia e não sabem fingir. Quantas vezes eles nos surpreendem com um comentário simples acerca de algum problema de adultos, que chegamos a rir. Certa vez, tinha uma das meninas pequenas, e fomos ver madeira para compra e o valor estava aquém as nossas possibilidades. Comentamos que era um negócio interessante, mas não sabíamos como fazer, a pequena, como sempre, atenta aos nossos assuntos, pediu se o pai: comprou? Daí falamos que não tínhamos dinheiro e ela prontamente respondeu: no banco tem, só ir buscar!

– Ternura que espalham para todos ao seu redor, abraçam e dão carinho indiscriminadamente, seja qualquer pessoa, animal, com seus brinquedos, com pessoas idosas, criando um ambiente mais brando e amoroso, ajudando a acabar com discussões bobas e inúteis.

– Imparcialidade, procurando de todas as formas agradar a todos, não escolhendo um ou outro, dizendo que gosta mais do pai, da mãe ou do irmão, não querendo ferir ninguém, como não gosta de ser ferida.

– Preocupação e cuidado com as pessoas que tem “dodói”, tentando amenizar o sofrimento com seus beijinhos, com carinho, e tentando ajudar de todas as formas a cuidar do suposto doente.

– Adaptação às mudanças, pois entende quando as situações são irreversíveis e precisam aceitar e entender a falta que pessoas fazem em sua vida, como separação dos pais ou a partida precoce de um deles. Quando unem suas mãozinhas em oração, a fé transborda, confiam plenamente em Deus e que as pessoas que daqui partem, estão no céu nos vendo.

Pensando bem, como o mundo seria diferente se a pureza e a ternura das crianças não fossem estragadas pela ganância do mundo, se sua inocência não fosse corrompida pelos homens que se sentem no direito de matar, estuprar, bater, deixar passar fome, despertar sua sexualidade precocemente, corromper seus mais puros anseios e tolher-lhes o direito de sonhar.

Tenho o privilégio, apesar do sofrimento pelo que aconteceu com minha família, de hoje estar criando minha neta como filha e sentir novamente todas as sensações que um pequeno anjo nos transmite.

Todo dia temos novas pérolas e novas lágrimas, porque é difícil não chorar vendo essa inocência toda sem sentir certa compaixão por ver que no fundo, alguém falta.

Um Feliz Dia das Crianças para esses anjos em forma de gente, que Deus deu para ajudar o homem a entender que a vida poderia ser bem mais bela e simples, se usássemos os olhos e a sabedoria de uma criança!

Colunista Tania Lazzari Parisotto

 

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