Na busca de pistas, polícia investiga o passado de Potrich

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Imagem compartilhada pelo filho em redes sociais

À véspera de completar um mês do sumiço do bancário Jacir Potrich (55 anos), a polícia continua com diferentes linhas de investigação. O delegado responsável pelo caso, Guilherme Pacífico, diz que trabalha com os extremos na apuração. “São consideradas tanto de cunho pessoal, como perda de memória, mal-súbito, suicídio, como a possibilidade de sequestro, porém não temos nenhuma prova de vida, nem de tentativa de extorsão da família, ainda”, conta. Também não é descartada a chance de um homicídio.

Além dos acontecimentos que marcam o dia do desaparecimento, Pacífico afirma que está sendo investigada a vida pregressa de Potrich. “A gente trabalhou todo o passado do Jacir, se tinha inimizades, qualquer situação que pudesse representar a quem interessaria a morte de Jacir Potrich”, reforça. Sobre este período, pessoas entrevistadas teriam apontado um trabalho, antes de entrar no banco, além da mudança de parte da família para o Mato Grosso. “Mas não temos nenhuma suspeita em especial”, acrescenta.

 

Período de investigação

O delegado Pacífico destaca que o prazo de 30 dias para investigação e encaminhamento processual se dá em casos de crime, como tem sido tratado como desaparecimento, há possibilidade de se continuar atendendo às informações que chegam pelo 190, da Brigada Militar, 197, da Polícia Civil, e 181, do disque-denúncia da Secretaria de Segurança.

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