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Escola Ernesto pode receber Escola Cívico Militar

O Instituto Estadual Ernesto Ferreira Maia, de Fontoura Xavier, se colocou à disposição para receber a escola Cívico Militar.

De acordo com a diretora Eliane Batista, ela foi procurada em dezembro para saber acerca do interesse em receber essa modalidade de ensino. “Em 28 de dezembro de 2020, o Tiago Zanotelli nos procurou e falou da possibilidade de recebermos a escola Cívico Militar. Nós estávamos em recesso, então para não deixar Fontoura Xavier fora dessa seleção feita pelo Ministério da Educação, reunimos os conselhos, os professores e o CPM para discutir a viabilidade em nossa escola. A gente conversou e tentou achar até algum regimento, alguma coisa sobre essa escola Cívico Militar, pois ainda não tínhamos conhecimento. Achamos um que dizia que a implantação seria para o
Ensino Médio, e aqui temos todas as etapas de ensino”.

Ela acrescenta: “Por esse motivo elaboramos um documento, onde nos colocamos à disposição para receber essa modalidade de ensimo, mas desde que os pais aceitem essa mudança, e se não tiver que mexer na estrutura pedagógica da escola, ou seja, se não precisar dividir, ter duas equipes diretivas”.

A diretora salienta que a escola Ernesto tem mais de mil alunos e que não pode impor a mudança, que ela tem que ser discutida com a comunidade escolar. “Nós temos mais de mil alunos desde o pré até o Ensino Médio e EJA, claro que tem muitas famílias que vão querer os seus filhos nessa escola, outros não. Então, essa é uma decisão que tem que ser tomada em conjunto, até porque eles ficariam em turno integral na escola, e muitos alunos, em especial os do turno da noite, já trabalham”.

Outra questão importante ressaltada por Eliane é a divisão dos alunos. “Nós estamos à disposição como já afirmei, mas não podemos ter uma escola em que uma parte dos alunos vão aderir e ficar o dia todo aqui, com aulas diferentes, com uma disciplina militar, e outros continuando com as atividades normais, isso seria inviável. Então, se for liberado para Fontoura Xavier, vamos precisar fazer essa articulação, e quem sabe se não der aqui, que se implante numa escola municipal”.

A diretora fez questão de destacar que a implantação depende também da liberação da Secretaria de Educação do Estado. “Nós dependemos do Estado, já foi enviada a documentação para a Secretaria, mas inda não recebemos resposta. Para que seja implantada essa escola aqui, precisamos dessa liberação”.

Andamento do processo

De acordo com Zanotelli, o processo está em andamento, mas é demorado. “Estamos trabalhando para viabilizar, mas são poucas vagas para o Rio Grande do Sul, temos o apoio da direção da escola, mas essa que estamos pleiteando seria com recursos do governo estadual e federal, sem custos para a escola e o Município. Por isso é mais difícil”.

Zanotelli refere que essa escola Cívico Militar, se aprovada, teria que ser na escola Ernesto, devido ao número de alunos. “Para implantar essa escola tem que ter no mínimo 500 alunos e no máximo mil, do Ensino Fundamental e Médio. Então, não pode ser nenhuma escola municipal”.

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