Fumicultores semeiam a safra 2018/2019

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A imagem retrata a muda após 15 dias de semeio

Atualmente, a fumicultura é um dos cultivos de maior relevância, em tratando-se de produtividade e economia no setor primário. Junho e julho desencadeiam a nova safra. É nesta época que produtores iniciam a semeadura do tabaco. A atividade está aliada a diversos propulsores: mão de obra familiar; cultura; lucro e período de trabalho.
O casal Aldo dos Santos e Loreni dos Santos, com os filhos Mateus e Marlon, trabalham na lavoura há anos. Para eles, a cultura fumageira representa 100% da renda. Com 50 anos de exercício, Aldo desenvolveu o conhecimento técnico da planta e passou para seus filhos.
Aos 32 anos, Marlon constituiu sua família, mas o elo com a produção de tabaco segue junto de seus pais.
A produção compartilhada une a família que exerce junto a mão de obra. “Desde minha infância, me recordo que meus pais sempre plantaram fumo, ao crescer fui contribuindo e auxiliando na lavoura, sendo assim, prossegui com o trabalho”, concluiu.
O agricultor abordou sobre o manejo e como se realiza a produção de mudas. “O resultado para ter mudas de qualidade consiste em observar as condições dos materiais, que serão usados a partir das bandejas, por exemplo, elas devem ser higienizadas antes de adicionar o substrato especial”, ressaltou.
Conhecidos por produzirem safras grandes, a família semeou mais de 100 mil mudas, daqui alguns meses, elas poderão ser plantadas em solo propício.
A expectativa por parte dos produtores é que está safra resulte em uma boa venda após a colheita.

Atividade de subsistência se mantém

Em Arvorezinha e região, a produção de fumo se mantém. O instrutor da empresa Alliance One, Luiz Afonso Kolberg, falou sobre a nova safra que teve início. “A atividade de semeio começou dentro do normal. A última safra foi muito positiva para os produtores, atendendo 150 famílias. Esse número não teve mudança. Arvorezinha tem em sua safra a característica de produzir fumo de qualidade”, afirmou.

Bandejas de plástico ou isopor?

As bandejas de plásticos devem ser uma das alternativas mais usadas nesta safra. Contrariando a tese de que as de isopor são as melhores, seguem alguns benefícios de usar os modelos de plástico: limpeza mais eficiente evitando contaminação, maior durabilidade, facilidade e redução de espaço, pois elas se encaixam melhor uma com as outras, produz mais mudas por bandejas e são recicláveis.

Produtores esperam por uma boa safra
Bandeja de plástico pronta para receber a semente

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